terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Me faltam fatos
E o ato ainda é pouco
Para tanto
Tão pouco tempo
Tão pouco tudo
Quase nada de mundo
Imundo, tudo gira
E o contraste das cores do horizonte
Faz da beleza algo especial
Faz-se sentir
E o sentido faz tudo ser
Pode não ser muito, mas muda tudo
Pode até não ser, mas muda tudo.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Caos e cosmo.

Questão de tempo
De espaço
E encontra-se o equilíbrio
Entre o caos e o cosmo
E encontra-se equilibrado
Sem se impor
Apenas a completar-se
E veio naturalmente
Inevitável
E o horizonte não mostra fim.

E no reencontro, o beijo irá tirar o fôlego!

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Dúvidas!

E como foi feito esse mundo?
Que deus criou tudo isso assim?
Será que já pensava que tudo seria banalizado?
Será que já pesava a culpa do que seria o futuro?
Há algum deus?
E como será o futuro que ainda nem chegou e que nem se imagina?
Que efeito teria isso em outro mundo menos banal, com menos humanos?
De que nos serve sermos racionais se nunca pensamos nos nossos atos tão banais?
Tudo seria perfeito se não estivéssemos aqui para por em prática a desordem atual?
Seria mais útil não ter razão?
Seria mais útil não ter coração?
O que é Tudo isso afinal?

A única coisa certa é que é inútil ter certeza, mas somente a certeza pode te surpreender.
Falta espaço
E tudo é ilusão
Poderia ser perfeito?
Só a ilusão pode.
Poderia ter defeito?
Só o que é real pode.
E o que você poderia?
O que o mundo faria se você pudesse voar?
Será que te louvaria
Ou te desprezaria por tanto ousar?
E você faria isso sozinho à noite
Ou iria de dia observar o mar?
É tanto ar
Que todo mundo respira sem pensar
E se falta num segundo
O desespero é que sufoca
O que se espera é que sempre aconteça o obvio
E nada de mais...
Nada mais
Nada mais obvio do que só isso esperar
Se o tempo parasse, você nem perceberia;
Se você me contasse, eu não acreditaria;
É tudo obvio
E nada demais
Nada mais.